
Além do ambiente nas bancadas, o Benfica tem hoje de confrontar-se com as especificidades e o rigor de um adversário (Nápoles) que actua em 3x5x2. “Trata-se de um sistema que não é muito utilizado na Europa”, reconhece Toni, último treinador português campeão no Benfica, que surpreendeu o FC Porto na Antas (0-0), em 88/89, fazendo alinhar três centrais (Mozer, Ricardo e Samuel) e, ainda, dois laterais (Veloso e Fonseca) – os encarnados receberam as faixas nessa época.Fazendo notar que aos laterais é exigido que sejam “fortes no um contra um”, o agora treinador do Al-Ettifaq, da Arábia Saudita, admite que as equipas que assentam num esquema de três centrais evidenciem “vulnerabilidade sobre as alas”. Echama a atenção para o potencial técnico dos encarnados. “O Benfica tem grande qualidade e jogadores tecnicamente fortes. Há grande criatividade do meio-campo para a frente.”
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